História do bairro

O INÍCIO

No final dos anos 1920, Maria de Carvalho era a proprietária da fazenda na qual se
encontra o bairro.
Decidiu loteá-la, contanto que o novo bairro fosse batizado com o nome da santa da qual era devota: Santa Isabel.
A Cia Paulista de Loteamentos, junto com João Gomes Barreto, o Dentista Barreto,
coube a resoponsabilidade do loteamento e venda.

O SANTUÁRIO SANTA ISABEL RAINHA

Monsenhor Ciro Turino, o segundo padre a comandar a paróquia, idealizou e viabilizou a construção de uma nova igreja. Foi construído o Santuário santuário Santa Isabel Rainha, a maior igreja da América Latina, obra projetada por Benedito Calixto Neto, o mesmo arquiteto da Basílica de Aparecida.
A construção logo tornou-se ponto turístico da cidade.

CURIOSIDADES

Durante as comemorações do dia da padroeira do bairro, nos anos 1960 e 70, promovia-se a procissão com tapetes de serragem. Os eventos chegaram a atrair mais de 150 mil visitantes, entre turistas e romeiros. As comemorações de Santa Isabel fizeram parte do Calendário Turístico do Estado de São Paulo.
O bairro teve delegacia de polícia, posto de saúde, agência dos Correios, sala de cinema e um intenso comércio.
Teve as ruas asfaltadas antes de seus bairros vizinhos, as vilas Formosa e Carrão.
Possui 4 escolas públicas e um colégio particular. No Colégio Santa Isabel, encontra-se um minizoológico que trata de aminais selvagens e silvestres, feridos durante o tráfico.
Iniciativa feita em parceria com o Ibama.
Até 2012, realizava-se anualmente o Concurso de Bandas e Fanfarras de Vila Santa Isabel, contando coma participação de escolas da Grande São Paulo. Atualmente, o concurso se realiza esporadicamente.
Tão tradicional quanto a Mooca, a Lapa e a Bela Vista, o bairro, começou a escola e samba Academicos do tatuapé, bicampeã do carnaval paulistano, cujo nome original era Unidos de Vila Santa Isabel.
O Dia municipal do Bairro de Vila Santa Isabel existe devido a Lei Municipal 13.090/2000.
Foram rodados quatro filmes no bairro: "Contra Todos", de Roberto Moreira, "Bom Dia, Eternidade", de Rogério de Moura, "Toro" e "Hector", de Edu Felistoque.

(Rogério de Moura)


0 comentários:

Note: Only a member of this blog may post a comment.